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09/10/2019

Cuidados iniciais na recepção e alojamento de alevinos de tilápias

Na região Sul do Brasil, esta época é marcada pela grande demanda por alevinos de tilápia. Este fato se deve pela elevação das temperaturas, pela possibilidade de finalização do ciclo antes da entrada do próximo inverno e aumento da comercialização de peixe gordo na semana santa.

 Na fase inicial de produção, os peixes ainda são muito sensíveis e susceptíveis à diversos fatores ambientais que podem levar à proliferação de doenças e consequentemente perdas econômicas. Portanto, alguns cuidados devem ser tomados nas fases iniciais de produção, entre eles destacam-se:

 

Escolha dos alevinos:

A escolha dos alevinos é essencial para a obtenção de bons resultados ao longo da produção. Estes devem ter boa procedência genética, altas taxas de masculinização e possuir uma alta homogeneidade nos pesos e tamanhos. Além disso, devem estar livres de patógenos, apresentar boa conformação corporal e aspecto visual saudável, como boa produção de muco e alta taxa de atividade. Desta forma, um cuidado especial deve ser dado à escolha dos fornecedores de alevinos, os quais devem possuir experiencia no mercado e boas recomendações.

 

Transporte:

O transporte de alevinos é uma etapa delicada e altamente estressante, devendo ser planejada com todo o cuidado a fim de se evitar perdas. Em função do tamanho dos alevinos (alevino 1, alevino 2 ou juvenil), existem diferentes maneiras de se realizar o transporte da unidade produtora até a piscicultura. As maneiras mais comuns são em sacos plásticos e caixas de transporte de fibra de vidro com isolamento térmico e suporte para a oxigenação. As duas maneiras são eficientes e a escolha irá depender de fatores como a quantidade de alevinos a ser transportada, clima, distância, sistema de cultivo, etc.

 

Recepção, aclimatação e soltura:

Antes mesmo da recepção e soltura dos alevinos, os tanques de cultivo devem ser previamente preparados para permitir uma alta taxa de sobrevivência e um bom desempenho nesta fase inicial. Esta preparação é realizada através das seguintes etapas:  1 – Desinfecção com cal virgem: esta etapa visa exterminar possíveis agentes patógenos que possam estar habitando o viveiro. Deve ser aplicado cal virgem por toda a superfície do viveiro ainda seco, principalmente nas regiões mais úmidas e profundas. Após esta aplicação, o viveiro deve permanecer de 3 a 7 dias sob a incidência de sol para a complementação no processo de desinfecção.

2 – Calagem: esta etapa visa a correção do pH do solo e da água, confere um maior poder tampão evitando flutuações de pH ao longo do ciclo produtivo e incrementa a disponibilidade de carbono para os processos fotossintéticos. Recomenda-se a aplicação de calcário agrícola em uma quantidade que varia de 500 a 2000 kg/ha, dependendo das características do solo da propriedade. A aplicação pode ser realizada com o tanque ainda seco ou já com ele cheio.

3 – Adubação: esta etapa é essencial para a formação da cadeia alimentar no ambiente de cultivo. A partir de uma adubação adequada, seja ela orgânica ou inorgânica, se iniciará todo o processo de formação de fitoplâncton, zooplâncton, além do suporte para o desenvolvimento de outros organismos bentônicos importantíssimos para a incorporação de nutrientes na água. Esta adubação confere uma coloração esverdeada na água, considerada ideal para a piscicultura em sistemas semi-intensivos. Recomenda-se a aplicação de produtos como o NPK, ou o superfosfato triplo, em uma dose inicial que varia entre 15 e 50 kg/ha, dependendo das características do solo.

 

Após estas etapas, o ambiente de cultivo está com as características desejáveis para receber os alevinos. Os mesmos devem ser aclimatados através de trocas parciais da água do transporte com a água do viveiro. Esta troca parcial faz com que os peixes se adaptem às novas condições de maneira gradual, sem causar maiores estresses.

Aliado a este preparo do ambiente para o recebimento dos alevinos, um bom planejamento nutricional nas primeiras semanas após a soltura é essencial para garantir altas taxas de sobrevivência e um rápido desenvolvimento.

A Puro Trato oferece uma linha de produtos com alta qualidade e que atendem as exigências nutricionais de tilápias nas fases iniciais de produção. Estes produtos garantem o aporte necessário para um rápido ganho de peso e uma alta taxa de sobrevivência nesta fase tão importante do ciclo produtivo.

Puro Trato Inicial 45PB – Extrusada Triturada

http://www.purotrato.com.br/produtos/Puro-Trato-Inicial-45PB-Extrusada-Triturada

Puro Trato Juvenil 36PB – 2mm

http://www.purotrato.com.br/produtos/Puro-Trato-Juvenil-36PB-2mm

03/10/2019

Confinamento como estratégia para maximizar a rentabilidade da propriedade

Autor: Dr. Eduardo Lisbinski
Representante Técnico Comercial Puro Trato Nutrição Animal

            A temporada de confinamentos está começando, principalmente pela retirada dos animais das pastagens de inverno e início do preparo da terra para o plantio das culturas de primavera/verão. Isto ocorre por dois motivos: - as pastagens de primavera estão com a capacidade de suporte baixa, pelo início de rebrote; - oferta de animais no mercado alta, consequentemente baixo valor pago pelo boi gordo. Desta forma, o pecuarista pode optar pelo uso do confinamento, com objetivo estratégico, para fugir do vazio forrageiro, ou melhorar o poder de barganha, segurando os animais por mais tempo na propriedade e esperar por um melhor preço da arroba.

            Alguns cuidados devem ser observados na utilização desta estratégia:

Uso de formulações prontas: muitos pecuaristas realizam suas dietas pensando em economicidade e praticidade na hora da alimentação, na maioria das vezes perdendo dinheiro, principalmente pelo baixo aproveitamento e conversão alimentar da dieta. Além disso não cuidando os níveis de exigências nutricionais da categoria suplementada, comprometendo o desempenho produtivo dos animais.

Formulação de dietas: quanto mais opções de ingredientes disponível, melhor; quanto mais informações nutricionais sobre os ingredientes, melhor.  Com a opção de vários ingredientes disponíveis para a formulação, e sabendo quais os valores bromatológicos destes ingredientes, pode-se formular uma dieta com o melhor custo benefício. Atendendo deste modo, as exigências nutricionais em proteína, energia, fibra, macro e micronutrientes, assim potencializando o desempenho produtivo.

Divisão de lotes: separar os animais em lotes por categoria, peso, sexo, idade, acabamento de gordura, e peso alvo de abate. Assim será possível formular uma dieta de acordo com o lote em questão, atender a padronização solicitada pelos frigoríficos nas carcaças, atingir bonificações e ter uma alta liquidez de venda com valor agregado.

Período de adaptação: A mudança de uma dieta é responsável pela alteração do perfil de microrganismos ruminais de degradação do alimento. Deste modo, uma correta adaptação a nova dieta fornecida pode significar em maiores ganhos de peso diário e menores distúrbios digestivos no período de confinamento. Indica-se a suplementação de forma crescente, sempre fazendo uma leitura de fezes e cocho limpo.

            Outras questões, como preço dos ingredientes posto na propriedade,  o uso de alimentos com restrição nutricional, custo operacional, devem ser considerados para que não haja nenhuma surpresa durante o período do confinamento e comprometa o sistema.

            A Puro Trato Nutrição Animal oferece uma ampla linha de produtos para auxiliar o pecuarista a obter o máximo desempenho produtivo, e o melhor custo benefício no sistema de confinamento:

 

 

 

 

 

 

 

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29/07/2019

Manejo na produção de tilápias no inverno

Autor: Dr. Éverton Luís Zardo
Representante Técnico Comercial Puro Trato Nutrição Animal

Os peixes são animais pecilotérmicos, ou seja, alteram a temperatura corporal de acordo com a temperatura do ambiente. Cada espécie apresenta uma faixa de conforto térmico que irá garantir a normalidade nas taxas metabólicas e consequentemente melhor desempenho produtivo. No inverno ocorre a diminuição das temperaturas médias dos tanques de cultivo, provocando redução no nível de atividade dos peixes e consequentemente a diminuição na produtividade. A redução do metabolismo faz com que se movimentem menos, comam menos e cresçam menos. As tilápias por exemplo, apresentam desempenho ótimo em temperaturas variando entre 26 e 30 ºC, havendo a necessidade de cuidados redobrados quando a temperatura dos tanques estão fora desta faixa.

 

Principais consequências das temperaturas baixas:

  • Redução no metabolismo: Com a redução do metabolismo dos peixes, deve ser realizada uma redução no fornecimento de alimento, evitando assim sobras de ração nos tanques. O excesso de ração é condição determinante para a piora da qualidade da água, uma vez que a presença de proteína da ração irá aumentar os níveis de nitrogênio e amônia tóxica aos peixes. Além disso, o processo de decomposição da matéria orgânica (sobras de ração) consome oxigênio do sistema, reduzindo o nível deste parâmetro no tanque.

 

  • Redução da resposta imune: O stress causado pelas baixas temperaturas reduz a condição imunológica dos peixes, tornando-os mais susceptíveis a qualquer agente patógeno, incluindo fungos, bactérias, protozoários e demais parasitos. Durante o inverno, os peixes já estão sob determinada condição estressante, que são as baixas temperaturas, portanto deve se evitar ao máximo a realização de manejos como biometrias, classificações, despesca, entre outras atividades que possam causar ainda mais stress aos peixes neste período. É essencial que as tilápias entrem no período de inverno bem nutridas e completamente saudáveis, condição que aliada à boa qualidade de água, permitirá melhor resposta imune ao longo do período de temperaturas baixas.

 

  • Qualidade de água: Além das variações bruscas da temperatura, a estratificação térmica e a redução na produção de oxigênio em função da menor incidência solar são problemas frequentes durante o inverno. A região mais superficial do tanque tende sempre a apresentar as temperaturas mais altas e os maiores níveis de Oxigênio Dissolvido em relação às regiões mais profundas, onde a temperatura tende a ser mais baixa e os níveis de oxigênio menores. Além disso, a água presente no fundo dos viveiros tende a apresentar pior qualidade, em função de maior acúmulo de matéria orgânica e gases tóxicos oriundos do excesso de nutrientes. Com alterações bruscas de temperatura, as camadas mais profundas podem emergir causando stress nos peixes que geralmente encontram-se na flor d’água. O excesso de dias muito chuvosos e nublados também contribui para a redução na produção e oxigênio, por isso é muito importante o uso adequado de aeradores para garantir o suprimento necessário de oxigênio aos peixes e quebrar a estratificação térmica da água.

 

Em sistemas de cultivo abertos não podemos controlar a temperatura, porém podemos garantir que os outros parâmetros de qualidade de água como amônia e nitrito, pH, oxigênio dissolvido, transparência, entre outros, estejam de acordo com as exigências de cada espécie. É essencial também garantir que os peixes se apresentem saudáveis e em boas condições imunológicas no início do inverno para que possam enfrentar as condições estressantes que estão por vir.

Portanto, vale ressaltar que o inverno não deve ser visto como um inimigo na produção de tilápias, e sim como mais um desafio a ser enfrentado por produtores, técnicos e demais agentes envolvidos na cadeia. O enfrentamento de desafios faz com que a cadeia produtiva se fortaleça e tenhamos um produto cada vez mais competitivo e rentável ao produtor.

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13/06/2019

Suplementação no inverno em pastagens cultivadas e campos naturais

Autor: Dr. Eduardo Lisbinski
Representante Técnico Comercial Puro Trato Nutrição Animal

Com a chegada da estação fria, algumas mudanças ocorrem nos sistemas produtivos de bovinos de corte. As pastagens naturais e cultivadas perenes de verão param de crescer, e apresentam uma baixa qualidade nutricional e com maior teor de fibra. Uma estratégia, muito utilizada por boa parte dos pecuaristas é a utilizam das áreas de lavoura para a produção de pastagens cultivadas (aveia, azevem, trevo, etc), gerando uma oferta de forragem de alta qualidade nutricional para seu rebanho.

A utilização da suplementação nesta época do ano, tem sido um grande aliado dos pecuaristas, seja ela, para a intensificação dos sistemas, ou apenas para a manutenção do escorre e peso corporal dos animais, direcionando, a suplementação correta ao tipo de pastagem em que o animal está lotado.

Em pastagens naturais e/ou de baixa qualidade nutricional e alto teor de fibra, indica-se a utilização de uma suplementação mineral proteica ou proteica/energética:

A suplementação mineral proteica tem por objetivo fornecer altos teores de proteínas aos animais, equilibrando a flora ruminal, aumentando a digestibilidade da fibra desses pastos que é de baixo valor nutricional, para obter uma manutenção do peso corporal e escorre dos animais.

Já a suplementação mineral proteica energética, é indicada para animais com baixo escore corporal que estão perdendo peso, esse tipo de suplementação fornece um aporte de proteína e energia necessária para os animais melhorarem seu desempenho produtivo.

Uma observação importante para o uso destes tipos de suplementos, é a oferta constante de massa de forragem, que deve ser adequada ao tipo de categoria.Uma observação importante para o uso destes tipos de suplementos, é a oferta constante de massa de forragem, que deve ser adequada ao tipo de categoria.

Nas pastagens cultivadas de inverno e/ou de alto valor nutricional, indica-se a utilização de suplementação energéticos:

O uso de suplementos energéticos, proporciona um equilíbrio entre proteína e energia da dieta, assim aumentando o ganho de peso dos animais, melhora a capacidade de suporte da área, e os animais permanecem menos tempo dentro do sistema produtivo.

A utilização de suplementos minerais, sejam eles proteicos ou energéticos, que tenham um baixo consumo, é uma excelente ferramenta para a intensificação dos sistemas produtivos, apresentando uma ótima relação entre o custo e benefício.

A Puro Trato indica para a suplementação no período de inverno os seguintes produtos:

 

Puro Bovi Proteico 30PB ou 40PB
Indicado para bovinos a campo ou volumoso com baixa proteína, com idade superior a 4 meses. Fazer adaptação com mistura de 50% com mineral sem uréia durante 15 dias e após fornecer a livre acesso. Consumo estimado de 0,5 a 1g/kg/peso vivo, variando com a qualidade e disponibilidade do volumoso.
http://www.purotrato.com.br/produtos/Puro-Bovi-Proteico-30PB
http://www.purotrato.com.br/produtos/Puro-Bovi-Proteico-40PB

 

Puro Bovi Suplemento Proteico Energético 20PB ou 30PB
Indicado para bovinos de corte em suplementação a campo com idade superior a 4 meses. Produto elaborado com limitador de consumo, variando a sua ingestão com a qualidade e disponibilidade do volumoso. Consumo estimado entre 0,2 a 0,3% do peso vivo. Quando o consumo for superior a 0,2% do peso vivo deve-se fazer adaptação limitando o consumo em 0,2% durante os 10 primeiros dias, após fornecer a livre acesso em cochos cobertos.
http://www.purotrato.com.br/produtos/Puro-Bovi-Suplemento-Proteico-Energetico-20PB
http://www.purotrato.com.br/produtos/Puro-Bovi-Suplemento-Proteico-Energetico-30PB

 

Puro Bovi Suplemento Mineral Energético 10PB ou 12PB
Suplemento mineral energético com ionóforos e tanino, desenvolvido para aumentar o ganho de peso e eficiência alimentar para bovinos em pastagens de alto valor proteico, como azevém, aveia, trevos e campo nativo na primavera/verão. Indicado para todas as fases do rebanho. Suplemento peletizado, pronto para uso com limitador de consumo. Não necessita adaptação. Usar cochos cobertos de autoconsumo, respeitando o espaço indicado por animal adulto. Consumo estimado de 3 a 5g/kg de peso vivo, variando com a qualidade e disponibilidade da pastagem.

http://www.purotrato.com.br/produtos/Puro-Bovi-Suplemento-Mineral-Energetico-10PB

http://www.purotrato.com.br/produtos/Puro-Bovi-Suplemento-Mineral-Energetico-12PB

 

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29/05/2019

Planejamento nutricional de Tilápias

Autor: Dr. Éverton Luís Zardo
Representante Técnico Comercial Puro Trato Nutrição Animal

O Brasil atualmente é 4º maior produtor mundial de tilápias, atrás apenas da China, Indonésia e Egito. O último levantamento da Associação Brasileira de Piscicultura (PeixeBR), aponta que o Brasil produziu mais de 700 mil toneladas de pescado em 2018, sendo que a produção de tilápia ultrapassou 400 mil toneladas, representando 55,4% da produção total de peixes no país. Apesar dos números expressivos, o Brasil ainda produz abaixo do potencial em função de dificuldades encontradas pelo setor, que fazem com que o custo de produção se torne alto.

Para se buscar uma redução nos custos de produção, é necessário melhorar os índices de produtividade, os quais dependem de diversos fatores, entre eles o correto manejo nutricional em todas as fases produtivas.

Para se atingir melhores índices produtivos, como ganho de peso, conversão alimentar e rendimento de filé, além da utilização de produtos de qualidade, é imprescindível que o planejamento nutricional seja adequado para atender as exigências nutricionais da tilápia desde a fase de berçário até a terminação.  As tilápias apresentam exigências nutricionais diferentes em cada fase de produção, e para o melhor aproveitamento dos nutrientes e melhor desempenho dos animais, é muito importante que o fornecimento do alimento seja realizado de maneira adequada em cada fase produtiva.

A Puro Trato indica para o planejamento nutricional das tilápias os seguintes produtos:

Puro Trato Inicial 45PB – Triturada (Berçário)
Produto extrusado e triturado com alto teor de Proteína Bruta, formulado para atender as exigências nutricionais de alevinos de tilápia na fase inicial de produção (berçário). Deve ser fornecida desde a chegada dos alevinos (1 a 2g) até a primeira transição alimentar, que deve ocorrer quando os alevinos atingirem em média 10 a 15g. Nesta fase, a oferta de ração deve ficar em torno de 8 a 10% da biomassa do viveiro, sendo fornecida de 6 a 8 vezes ao dia de maneira bem distribuída pelo tanque.
http://www.purotrato.com.br/produtos/Puro-Trato-Inicial-45PB-Extrusada-Triturada

Puro Trato Juvenil 36PB – 2mm (Recria)
Produto extrusado formulado para atender as exigências nutricionais de juvenis de tilápia durante a fase de recria. Em sua formulação, são utilizados ingredientes de alta digestibilidade e balanço adequado de nutrientes, além de aminoácidos sintéticos, minerais e vitaminas que garantem o aporte nutricional nesta fase de produção. Deve ser oferecida aos juvenis a partir de 10-15g até atingirem em torno de 60-80g, à uma porcentagem de biomassa variando entre 1 e 5%, distribuída em 4 tratamentos diários. É importante ressaltar que para definir o momento exato da transição alimentar, devem ser realizadas biometrias para aferir a homogeneidade do lote. Em caso de lote desuniforme, é importante retardar a transição, garantindo assim que indivíduos menores continuem se alimentando da ração com a granulometria menor antes da transição.
http://www.purotrato.com.br/produtos/Puro-Trato-Juvenil-36PB-2mm

Puro Trato Tilápia Crescimento 32PB – 4mm e 7mm (Crescimento/Engorda)
Produto extrusado formulado para atender as exigências nutricionais de tilápias na fase de engorda. Em sua formulação, são utilizados ingredientes de alta digestibilidade e balanço adequado de nutrientes, além de aminoácidos sintéticos, minerais e vitaminas que garantem o aporte nutricional nesta fase de produção. Deve ser oferecida para tilápias na fase de engorda, a partir de 60g até atingirem em média 150g, à um percentual da biomassa de 1 a 3%, distribuído em 4 tratos diários. A partir das 150g, pode ser realizada a transição para a Puro Trato Tilápia Crescimento 32PB – 7mm, produto indicado para tilápias na fase de engorda entre 150g e 700g. É importante ressaltar que para definir o momento exato da transição alimentar, devem ser realizadas biometrias para aferir a homogeneidade do lote. Em caso de lote desuniforme, é importante retardar a transição, garantindo assim que indivíduos menores continuem se alimentando da ração com a granulometria menor antes da transição. Além disso, um manejo nutricional correto deve garantir que todos os indivíduos do lote estejam tendo acesso ao alimento, caso contrário, os problemas relacionados à heterogeneidade do lote serão agravados.
http://www.purotrato.com.br/produtos/Puro-Trato-Tilapia-Crescimento-32PB-4mm

http://www.purotrato.com.br/produtos/Puro-Trato-Tilapia-Crescimento-32PB-7mm

 

Puro Trato Tilápia Terminação 30PB – 8mm (Terminação)
Produto extrusado formulado para atender as exigências nutricionais de tilápias na fase de terminação. Em sua formulação, são utilizados ingredientes de alta digestibilidade e balanço adequado de nutrientes, além de aminoácidos sintéticos, minerais e vitaminas que garantem o aporte nutricional nesta fase de produção. Indicado para tilápias a partir de 700g, onde a exigência nutricional em Proteína (aminoácidos) já é reduzida, uma vez que nesta fase os animais já se encontram praticamente prontos para o abate. Esta redução dos níveis de proteína na dieta na fase de terminação traz ótimos resultados quanto a conversão alimentar, rendimento e qualidade de filés, uma vez que o excesso de proteína na dieta produz aumento da excreção de resíduos nitrogenados (amônia) e acúmulo de gordura visceral, comprometendo a qualidade dos filés.
http://www.purotrato.com.br/produtos/Puro-Trato-Tilapia-Terminacao-30PB-8mm

14/05/2019

Brasil - Segundo maior mercado pet do mundo

Setor faturou R$ 20 bilhões em 2018 e deve continuar crescendo em 2019.

O mercado brasileiro de produtos para animais de estimação continua mostrando seu fôlego, mesmo frente à crise financeira do país nos últimos anos. Em 2018, o setor movimentou mais de R$ 20 bilhões, 9,8% a mais que em 2017. Com isso, o Brasil se tornou o segundo maior mercado global de produtos pet, com 6,4% de participação, ultrapassando o Reino Unido (6,1%) pela primeira vez. Em primeiro lugar estão os Estados Unidos, com 50%. É um bom mercado para pequenos empreendedores também.

A consolidação do mercado se deu, em especial, nos últimos três anos, com o crescimento do interesse de fundos de investimentos e também de investidores individuais. “No Brasil, existem setores que são sempre campeões, pouco afetados por crises, como o de cosméticos e de saúde. A nova aposta foi o mercado pet.” Conta Ana Paula Tozzi, CEO da AGR Consultores.

A crise veio e a análise foi de que ele não sofreria os mesmos impactos de outras frentes de varejo, pois havia espaço para crescer graças a uma demanda ainda reprimida por produtos diferenciados.

44% das vendas do mercado vem sendo feitas por pequenos e médios pet shops.  Isso acontece principalmente em regiões onde megalojas ainda não chegaram, ou estão pouco presentes. O que significa oportunidades para os pequenos empreendedores.

Para Adriana Góes, da Valor Pet, consultoria especializada neste tipo de mercado, há espaço para todos, mas saber identificar qual o diferencial do seu negócio é a chave. “Uma das vantagens deles em relação ao grande é a proximidade do cliente final, o atendimento individualizado. Esta atenção ajuda a desenvolver a confiança, sentimento primordial neste tipo de ramo.”

Segundo Góes, os principais desafios para os donos de pet shops estão na administração, dificultada por serem empresas mistas que oferecem serviços e produtos, mas com equipes bem mais enxutas que das grandes lojas.

"Os donos geralmente são ‘faz-tudo', e se envolvem com todos os processos. Não são empresas setorizadas. Por isso as vezes a parte estratégica fica mais capenga”, relata.

A crise, inclusive, foi responsável pelo aumento da concorrência entre estes iguais. Góes conta que, com a alta do desemprego, os brasileiros viram no mercado pet uma saída para começar a empreender, mesmo não tendo experiência na área. “Muitos abriram utilizando o fundo de garantia, a aposentadoria, mas não estudaram o mercado, não fizeram planejamento. Então não sabemos se terão fôlego a médio ou longo prazo, mas se antes existia um pet shop em determinado bairro, hoje você encontra três”, aponta.

O amadurecimento do setor é um caminho sem volta e, para Tozzi, os pequenos correm risco se não se adequarem a esta realidade e continuarem pensando melhor no consumidor de produtos pet, que consumia apenas itens de reposição, como as rações ou produtos de higiene. Fazer parte de um ecossistema mais completo é uma das saídas. “Por que não fazer parte de uma operação conjunta? Eles podem ter o diferencial do atendimento, mas quanto tempo isso vai durar, ainda mais com os avanços da tecnologia?”, questiona Tozzi. Ela cita, por exemplo, os avanços em Inteligência Artificial. “Acredito que em pouco tempo já teremos robôs enviando mensagens para os tutores lembrando da vacina e já fazendo agendamento”, diz.

Novas tendências também não param de surgir, o que mostra que ainda há espaço a serem ocupados, inclusive pelos pequenos. Planos de saúde para animais, por exemplo, já são uma realidade nos Estados Unidos e logo devem começar a ganhar atenção no Brasil. A busca por uma vida mais saudável para o pet também está em voga. “Na última feira que estive nos EUA

As perspectivas do setor pet para 2019

As projeções da Euromonitor indicam que o setor deve continuar crescendo acima de muitas categorias de bens de consumo. Para 2019, estima-se faturamento acima de R$ 22 bilhões, um aumento de 6,9%em relação a 2018. O Brasil está na 42ª posição em termos de gasto médio por animal de estimação, com U$ 67 dólares anuais.

Fonte: Revista Pet Food Brasil

J A Teixeira Veterinária Ltda. Indústria de Rações para Animais de Produção: Av. Angelo Santi, 1615. Santo Augusto, RS. Tel.: (55) 3781-3467 / 3781-3476
Indústria Pet Food. Rua Alberto Sperotto, 65. Distrito Industrial - Santo Augusto, RS. tel.: (55) 3781-4366 / 3781-3329